
Desencanto
(Manoel Bandeira)
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue.
Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias.
Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
- Eu faço versos como quem morre.
ESSA É A SILVANIA , LÁ DEVITÒRIA DO ESPIRITO SANTO , DE UMA CIDADE CHAMADA : MANTENOPÓLIS.............ME TORNEI AMIGO DA SILVANIA ATRAVES DO orkut EU AMO A SILVANIA EL A É UMA MULHER MUITO ARRETADA...CONVERSAMOS MUITO PELO MSN, E NOS ENTENDEMOS MUITO BEM....

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